A mudança exige dos seus agentes a vontade inabalável de marcar a diferença e a coerência irrefutável de quem acredita no que pensa, fala o que acredita e executa o que fala, assim:
a) não existe Mudança sem a necessária vontade deterministica da mundança:
b) niguém deve confiar responsabilidades desconfiando comportamentos;
c) a estratégia que determinou a Gestão da Mudança, deve ser mantida como directiva que suportará a organização no período definido, sem que a politização orgânica a consiga demover dos seus propósitos;
d) todas as areas envolvidas deverão ter um compromisso com o promotor sobre as inciciativas de mudança;
e) deverão ser definidas medidas dissuasoras do incomprimento das iniciativas de mudança;
f) não se promove um discurso de ruptura seguido de uma actuação permissiva à cultura vigente, cedendo frequentemente a pressões;
g) as motivações de uma mudança cultural numa organização devem estar ter em consideração com os pressupostos culturais do país de origem;
h) a assimilação dos comportamentos de mudança devem ser seguidos, pelo exemplo, das hierarquias superiores;
i) o drill-down das iniciativas de mudança na organização deverá ser seguida de follow-up dos mais altos orgãos da administração;
j) a unicidade das iniciativas em toda a organização, permite identificar quaisquer movimentos bloqueadores de quem tentar romper compromissos;
l) a Gestão da Mudança encerra iniciativas altamente sponsorizadas como: formações dirigidas, workshops, newsletters contextualizadas, eventos outdoor, entre muitas outras...
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